
Manutenção de Jardim e Piscina: O detalhe que pode custar sua rentabilidade
Jardins exuberantes e piscinas cristalinas são ótimos para as fotos do anúncio e valorizam o aluguel. Porém, no dia a dia da locação, eles frequentemente se tornam o pesadelo do proprietário.
A negligência com esses itens não gera apenas um problema estético, mas prejuízos estruturais graves: bombas queimadas, vazamentos, infiltrações e recuperação de solo custam caro.
A Zona Cinzenta da Lei
A Lei do Inquilinato diz que a manutenção de uso (limpeza, cloro, rega) é do inquilino, enquanto a manutenção estrutural (troca de bomba, poda de grandes árvores) é do proprietário.
Na prática, essa linha é tênue. O inquilino alega que a bomba queimou por desgaste; o proprietário alega que queimou porque o inquilino não limpou o filtro. O resultado é conflito e imóvel deteriorado.
A Solução Definitiva: Custo Embutido
A estratégia mais inteligente para imóveis de alto padrão é não terceirizar a responsabilidade.
Em vez de cobrar R$ 5.000,00 e esperar que o inquilino contrate o piscineiro, cobre R$ 5.400,00 e entregue o imóvel com o serviço de manutenção já incluso no contrato.
Vantagens dessa estratégia
1. Preservação do Ativo: Você garante que a química da piscina e a poda das plantas estão sendo feitas por profissionais da sua confiança.
2. Vistoria Constante: O prestador de serviço atua como seus "olhos" dentro do imóvel semanalmente, avisando sobre qualquer irregularidade.
3. Conforto: O inquilino percebe isso como um valor agregado (serviço de hotelaria), o que justifica o aluguel mais alto.


